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Quatro suspeitos são investigados por exercício ilegal da profissão em Marechal Cândido Rondon

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Presos após denúncia de exames de optometria feitos sem autorização; o caso ocorreu na segunda-feira (15)


A Polícia Civil do Paraná investiga os crimes de exercício ilegal da profissão e estelionato em Marechal Cândido Rondon, no oeste do Paraná. Quatro pessoas foram detidas, sendo dois homens e duas mulheres.


A ocorrência foi registrada na última segunda-feira (15), por volta das 20h15, após a Polícia Militar receber denúncia sobre a realização irregular de exames de optometria.


Segundo a polícia, equipes foram até o endereço indicado e conversaram com os denunciantes, que relataram que pessoas realizavam exames de visão sem a devida autorização e qualificação profissional, além da prática de venda casada de armações e lentes. Do lado externo do prédio, os policiais visualizaram uma mulher retirando o jaleco, guardando equipamentos em uma bolsa e correndo para os fundos de um salão de eventos.


A equipe entrou no local e abordou a mulher, que afirmou ter corrido por medo da presença policial. Ela disse que atua como optometrista e que era responsável pelos exames realizados nos clientes. Questionada sobre a carteira funcional, informou inicialmente que não possuía o documento. Depois, afirmou que tinha registro, mas não estava com ele. Após consulta ao site do conselho profissional, nenhum registro foi localizado em seu nome. Em seguida, declarou que o registro não estava vigente por causa de débitos. Ela apresentou apenas um carimbo com numeração CROO-SP.


A suspeita também relatou que atua como prestadora de serviços e que foi chamada para trabalhar no município por um segundo envolvido. Esse homem informou à polícia que ele e uma terceira pessoa cuidavam da venda de armações e lentes, como freelancers de uma empresa de lentes do Estado de São Paulo. Ainda conforme o relato, a empresa alugou diretamente o espaço e repassou orientações para os atendimentos, sem alvará ou autorização da Prefeitura Municipal.


A Polícia Civil apura se os envolvidos realizavam exames de optometria sem autorização legal e se havia prática de venda casada. Os quatro detidos foram liberados mediante uso de tornozeleira eletrônica.


Fonte: Catve.com

Publicada em 18/12/2025